Saúde em Português

Saúde em Português
Instituição de Utilidade Pública de Portugal; Registo 1423/99 do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal; Membro da Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento; Membro Associado da Confederação Ibero Americana de Medicina Familiar; Membro Observador Consultivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa; Membro do Fórum Não Governamental para a Inclusão Social

24/02/10

Guiné-Bissau: Abertura de concurso para contratação de Enfermeiro|a

Projecto “Mais Saúde, Melhor Saúde por Bafatá”, Guiné-Bissau

Saúde em Português procura 1 enfermeiro|a para integrar o projecto “Mais Saúde, Melhor Saúde por Bafatá” a partir de Abril próximo. As funções a desempenhar poderão ser consultadas nos termos de referência (aqui).

O contrato terá a duração de 6 meses a 1 ano.

Este projecto, no terreno desde Fevereiro de 2008, é co-financiado da Comissão Europeia e do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento.

O prazo de candidaturas prolonga-se até ao próximo dia 10 de Março devendo ser enviado o Curriculum Vitae (máximo 3 páginas) acompanhado de carta de motivação (máximo 2 páginas) para info@saudeportugues.org ou

Saúde em Português

Av. Elísio de Moura, nº 417, 1ºE

3030-183 Coimbra.

Para esclarecimentos quanto ao concurso contactar: Saúde em Português (Pessoa de contacto: Mónica Ferreira) através do Tlf: 239 702 723, Tlm: 960 092 989, ou email info@saudeportugues.org

Haiti: Saúde em português continua no terreno


Na SIC: «Mais de 400 mil pessoas continuam ao relento no Haiti
Mais de 400 mil pessoas continuam a dormir ao relento no Haiti, "a viver sem qualquer tipo de alojamento, nem tendas", disse à Lusa Ricardo Gabriel, da organização não governamental Associação Saúde em Português (ASP).
Contactado telefonicamente pela Lusa a partir de Lisboa, Ricardo Gabriel salientou que "neste momento a OMS - Organização Mundial de Saúde - ainda está a lidar com os problemas atuais. Ainda há cerca de 400 mil pessoas que não têm qualquer tipo de alojamento. Nem sequer tendas. A OMS, apesar de saber que vem aí a época das chuvas, está neste momento a lidar com os problemas dos desalojados".

O Haiti, sobretudo a capital, Port-au-Prince, foi violentamente sacudido por um forte sismo no passado dia 12 de janeiro, que provocou pelo menos 217 mil mortos e mais de um milhão de desalojados.

Para Ricardo Gabriel, de 30 anos e que chegou no passado dia 10 a Port-au-Prince para a sua primeira missão humanitária em zona de catástrofe, há duas lutas a travar pela ASP no Haiti: salvar pessoas e angariar apoios que permitam continuar a prestar assistência médica.

Composta agora por dois médicos e dois enfermeiros, um dos quais chegou domingo à República Dominicana, a ASP deverá continuar a assistir "entre 20 mil a 25 mil pessoas" somente até ao próximo dia 06 de março, a não ser que sejam mobilizados mais apoios.

"Tem sido um grande esforço da ASP em Portugal para obter donativos da população e de nós cá, a tentar encontrar outros apoios", afirmou Ricardo Gabriel, que lamentou a falta de apoio do Estado português à missão.

"Mantém-se a falta de apoio. O que temos sabido aqui é que Portugal não tem dado apoio à ASP. Não há apoio à nossa ação", vincou.

"O número de doentes que a equipa da ASP trata diariamente varia entre 100 e 150, nunca menos de 100, e para receber alimentos e mantimentos é uma luta constante", frisou.

A equipa da ASP "está constantemente em reuniões. Está constantemente a fazer contactos para que esses fornecimentos não parem. Mas tem sido um pouco inconstante, o que faz com que, no dia a dia, muitas horas são a tentar que não acabe o stock de medicamentos nem alguma comida".

Os quatro elementos da ASP no Haiti estão no campo de deslocados situado junto à Escola Etnológica, junto ao Palácio Presidencial e prestam ainda apoio a um bairro de lata da periferia de Port-au-Prince e a um orfanato. "Diria que somos uma clínica aberta, um hospital aberto", explicou.

Nesta sua primeira experiência de trabalho humanitário em zona de catástrofe, Ricardo Gabriel destaca como positivo a segurança que se começa a sentir e a resiliência dos haitianos.

"Não são visíveis problemas de segurança. Nas ruas não tenho visto quaisquer movimentos de gangues. Não podemos dizer que isso não exista, mas a cidade está segura", disse, acentuando que encontrou um povo "com muita força, a olhar para a frente, que tem espírito e não é derrotista". »

Informação daqui.

22/02/10

Saúde em Português solidária com o povo da Madeira, disponibiliza e mobiliza os seus recursos humanos para a causa humanitária

Perante a tragédia ocorrida na Região Autónoma da Madeira, envolvendo perda de vidas humanas ainda indeterminadas na sua dimensão de catástrofe, o que se lamenta pelo valor unitário de cada vida humana, Saúde em Português manifesta a sua solidariedade com os agregados familiares das vítimas e toda a rede de consternação que envolve a sociedade civil e as instituições.

Saúde em Português, enquanto organização não governamental, salienta todo o empenho e comunhão de esforços que está a ser desenvolvido pelas estruturas do Estado Português no sentido de minimizar as consequências da calamidade e lutar pela vida humana, demonstrativo da união necessária na aplicação e preservação dos valores fundamentais dos portugueses no seu conjunto.

Enquanto ONGD e também como membro do Grupo de Ajuda Humanitária e Emergência da Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento, Saúde em Português manifesta a sua disponibilidade pública para intervir no terreno, através da sua capacitação em gestão de crise e recursos humanos.

Não sendo uma organização com fundos fixos e cuja capacidade económica é reduzida e limitada por ausência de financiamentos externos, excepto os fundos originários da solidariedade civil para acções específicas, Saúde em Português compromete-se a mobilizar o seu capital, que são os seus recursos humanos em saúde e logística, para o que for tido como necessário e útil.

04/02/10

Ajuda Humanitária de Emergência

Saúde em Português enviou para o Haiti uma equipa em missão de Ajuda Humanitária, composta por dois elementos, o Médico Ricardo Marquez (Coordenador da Missão) e a Enfermeira Marta Nunes, ambos com experiência em missões anteriores, que partiu as 12:40 do passado dia 27 de Janeiro.

Depois de contactos com várias Organizações Internacionais e Organizações Não Governamentais Locais (OCHA, OMS, Cruz Vermelha, etc.), a equipa está a trabalhar em Port au Prince, no campo de deslocados da Escola Técnica, junto ao Palácio Governamental, onde estarão cerca de 20.000 pessoas.

O contexto é difícil. As carências são imensas e todos os profissionais de saúde insuficientes para atender às necessidades. Só no primeiro dia de trabalho de campo foram observados pela nossa equipa 156 doentes, tendo as principais queixas sido cefaleias, desidratação, feridas infectadas, hipertensão não controlada e problemas de pele. Foram ainda identificados e referenciados 33 casos para apoio Psicológico diferenciado.

Confirmada a necessidade de continuar este apoio e garantidas as condições mínimas quer de alojamento quer de integração dos profissionais de saúde em equipas internacionais, viajarão já na próxima terça-feira o médico Ricardo Gabriel e o enfermeiro Márcio Silva, que reforçarão a equipa de Saúde em Português no Haiti.

A campanha de angariação de fundos continua.

Ajude-nos a 'Salvar Vidas no Haiti!'

NIB 0035 0255 0023 6675 5301 1 da Caixa Geral de Depósitos