Saúde em Português

Saúde em Português
Instituição de Utilidade Pública de Portugal; Registo 1423/99 do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal; Membro da Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento; Membro Associado da Confederação Ibero Americana de Medicina Familiar; Membro Observador Consultivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa; Membro do Fórum Não Governamental para a Inclusão Social
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20/06/13

Projecto Speak Now or Forever Hold Your Peace

No âmbito do projecto Speak Now or Forever Hold Your Peace, promovido pelo Programa Juventude em Acção, foram 6 jovens portugueses para a Estónia em representação da Saúde em Português
Têm sido desenvolvidas diversas actividades que têm permitido a troca de experiências e a confrontação das várias realidades com que se defrontam os jovens nos seus países de origem (Suécia, Portugal, Alemanha, Itália, Polónia e Estónia).





08/11/12

S. Tomé e Príncipe - Formação II

Está a decorrer a bom ritmo e conforme o planeado a acção de formação em S. Tomé e Príncipe sobre Violência Doméstica ministrada pelas pelas Sociólogas Ana Rita Brito e Ana Oliveira.

No dia 5 de Novembro, terceiro dia da formação foi abordado o módulo " Trajectórias Institucionais"




No dia 6, abordou-se o tema "Legislação e o Combate à Violência Doméstica"
Contámos com a presença da Dra. Kisa da ASMJ ( Associação Saotomense de Mulheres Juristas) para falar da legislação existente

 
 




Saiba mais sobre esta Missão de Saúde em Português AQUI




02/11/12

S. Tomé e Príncipe - Formação


Decorreu ontem, dia 1 de Novembro, o primeiro dia de formação sobre Violência Doméstica, com o módulo - Compreender para Intervir.
Esta formação é dirigida às|aos técnicas|os do Centro de Atendimento e Aconselhamento à Vitima de Violência Doméstica, à Policia de Investigação Criminal, às|aos técnicas|os de Organizações Não Governamentais e técnicas|os de saúde.



Saiba mais sobre esta Missão de Saúde em Português  AQUI

30/10/12

Missão Internacional a S. Tomé e Príncipe





Partiram esta madrugada para S. Tomé e Príncipe duas técnicas voluntárias de Saúde em Português que, durante 22 dias, irão ministrar formação especializada sobre Violência Doméstica, dirigida a profissionais de saúde e de justiça, agentes policiais e outros técnicos|as sociais que lidam no seu dia-a-dia com o atendimento às vítimas. Esta Missão Internacional é realizada em parceria com a Associação Saotomense de Mulheres Juristas e o Centro de Aconselhamento Contra a Violência Doméstica (CACVD) de São Tomé e Príncipe.
A equipa, composta por Ana Rita Brito (Coordenadora) e por Ana Oliveira, permanecerá no terreno até ao dia 20 de Novembro de 2012, período em que levará a cabo, para além da formação, reuniões institucionais e estabelecerá contactos com vista a eventuais parcerias e apoios.

05/07/12

37º Aniversário da Independência de Cabo Verde.





Comemora-se hoje, 05 de Julho, o 37º Aniversário da Independência de Cabo Verde.

Apesar de ter sido várias vazes considerado como um país inviável, Cabo Verde é, hoje, um exemplo a seguir em termos de Desenvolvimento Humano.

Na verdade, Cabo Verde deverá atingir os objectivos de desenvolvimento do Milénio (ODM) definido pela ONU até 2015, divulgou o AfriqueJet - Afrique Actualité Information.

De acordo com o AfriqueJet, uma pesquisa internacional efectuada em conjunto pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAFD), o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) e a Comissão Económica da ONU para África, revela que Cabo Verde “é um dos países africanos que devem atingir os oito objectivos de desenvolvimento do Milénio”.

De acordo com a publicação, o extraordinário desempenho de Cabo Verde deve-se à “forma exemplar de governação de Cabo Verde e as principais opções económicas do País”, apontado como um exemplo de boa governação económica e política em África.

Recentemente, Cabo Verde destacou-se, internacionalmente, ao nível de melhoria da cobertura vacinal. Todas as estratégias nacionais em curso para o crescimento sustentado, redução da pobreza e inclusão social, têm contribuído, positivamente, para as boas avaliações do Índice de Desenvolvimento Humano.

Da análise dos resultados nos vários indicadores internacionais, constata-se uma progressão equilibrada nos diferentes níveis e indicadores políticos, económicos e sociais, que concorrem para o desenvolvimento do País. Continuamos a progredir de forma estável ao nível do capital humano, institucional, económico e social, mas ainda com fortes constrangimentos e desafios, num quadro de país de rendimento médio baixo

Para fazer face aos novos desafios de competividade, o governo lançou o programa “Mudar para Competir” que tem, entre outros objectivos a racionalização das estruturas e a modernização da administração pública, e a melhoria do ambiente de negócios com vista ao desenvolvimento económico e a inserção na economia globalizada, de forma sustentável.


Saúde em Português tem desenvolvido parte do seu trabalho neste país e apostado na divulgação da cultura caboverdeana em Portugal. A título de exemplo podemos lembrar que, em 2008, Saúde em Português organizou, em Coimbra, comemorações do 33º Aniversário da Independência de Cabo Verde, através de um vasto programa multicultural, abrangendo várias áreas de intervenção (artes, economia, saúde, desporto e lazer), e teve o prazer de receber o Primeiro-Ministro do País, José Maria Neves, que participou no lançamento de Destino de Bai.

27/06/12

Ajuda Pública Europeia ao Desenvolvimento atinge mínimos históricos. Portugal não cumpre as metas









A Ajuda ao Desenvolvimento é possível: mais investimento no desenvolvimento global”

A três anos do prazo estabelecido para a concretização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), muitas das metas principais com vista à erradicação da pobreza estão muito longe de ser atingidas.

Em 2011 a União Europeia diminuiu de forma significativa a sua Ajuda Pública ao Desenvolvimento (APD). Esta é uma das principais conclusões do relatório Aid Watch 2012lançado ontem pela CONCORD, a Confederação Europeia das ONG de Ajuda ao Desenvolvimento, de que a Plataforma Portuguesa das ONGD é um dos membros fundadores.

Portugal não cumprirá os compromissos assumidos em termos de Ajuda Pública ao Desenvolvimento

O relatório lançado ontem, intitulado “A Ajuda ao Desenvolvimento é possível: mais investimento no desenvolvimento global” apresenta um conjunto de dados sobre a evolução da APD de cada país da UE, incluindo Portugal.

2011 foi obviamente um ano em que a crise financeira teve já um grande impacto no orçamento geral do Estado Português. Apesar disso os efeitos desta crise e dos cortes orçamentais de 40% nas verbas da Cooperação Portuguesa terão apenas o seu maior impacto em 2012.

Em 2011 assistimos já a uma diminuição de 3% na APD nacional, relativamente aos valores de 2010, fixando a APD portuguesa em 0,29% do PIB (475 Milhões de euros), muito longe portanto da meta de 0,7% do PIB que deveríamos atingir em 2015 no âmbito dos compromissos assumidos por todos os Estados da União Europeia. No actual contexto de crise financeira, e perante as medidas de austeridade impostas pelo FMI, será obviamente impossível a Portugal atingir esta meta.

No entanto, é sobretudo importante assegurar que Portugal se mantém vinculado ao esforço global de contribuir para a luta contra a pobreza e diminuição das desigualdades globais. Para isso, e perante as restrições orçamentais é sobretudo importante apostar na melhoria da qualidade da Ajuda Pública ao Desenvolvimento portuguesa, vertente em que Portugal apresenta também grandes falhas.


O peso da “ajuda ligada” é um dos principais problemas da APD portuguesa

Mais de metade da APD portuguesa assume a forma de “ajuda ligada”, ou seja, Ajuda ao Desenvolvimento que se traduz em empréstimos condicionados à aquisição de bens e serviços do país doador. Ou seja, por um lado, os eventuais efeitos positivos deste tipo de apoio serão mitigados ou anulados pelo facto dos países virem a ter que pagar de volta estes empréstimos e, por outro lado, pode levar a custos inflacionados, já que os países não podem fazer as suas aquisições nas melhores condições do mercado. 
Este relatório sublinha por isso a importância do desligamento da ajuda ao desenvolvimento disponibilizada pelo Governo Português.

É por isso necessário que a Cooperação Portuguesa incorpore e cumpra todos os princípios definidos internacionalmente para assegurar uma maior eficácia da Ajuda e do Desenvolvimento. Mas, as medidas tomadas pelo actual governo põem claramente em causa este objectivo essencial.


Corte de 40% no orçamento da Cooperação Portuguesa e nova agenda para a cooperação para o desenvolvimento

Para além do referido corte de 40% no orçamento global para a Cooperação e de no caso dado apoio às ONGD esse corte ter sido de cerca de 60%, o governo que tomou posse há um ano alterou profundamente as orientações estratégicas da Cooperação Portuguesa, ligando-a à projecção externa da língua e da economia portuguesa. Estas duas prioridades da política externa nacional são sem dúvidas importantes mas não podem subjugar os princípios e objectivos próprios que norteiam a Cooperação para o Desenvolvimento.
O relatório sublinha por isso que os impactos desta nova agenda podem também pôr em o cumprimento dos compromissos assumidos por Portugal em matéria de qualidade da Ajuda. Este é, aliás, um dos principais desafios que se colocam a Portugal, indica o relatório.

Se a eficácia era já imperativa, mais o é face à redução de recursos
“Se a eficácia do desenvolvimento é um elemento fundamental em período de abundância, mais o é em cenários de escassez de recursos. O pouco que há, não pode ser desperdiçado em desvios de espécie alguma. Como tal e mais que nunca, Portugal, sem prejuízo de manter esforços para cumprir os compromissos da quantidade, deve apostar na agenda da eficácia (qualidade) da ajuda. Deve também procurar novas formas alternativas de financiar as iniciativas de cooperação para o Desenvolvimento (designadamente através da tributação das operações financeiras, da promoção do mercado de carbono, da taxação dos voos internacionais, da criação de títulos de obrigação das diásporas, etc.), assim como é também fundamental que promova a transparência e previsibilidade, designadamente através da adesão ao IATI, a Iniciativa Internacional de Transparência da Ajuda. Deve promover o real envolvimento das Organizações da Sociedade Civil na definição, implementação, monitorização e avaliação das políticas de cooperação para o desenvolvimento e deve manter um diálogo construtivo com as ONGD e a Plataforma Portuguesa das ONGD, como parceiros incontornáveis e por direito próprio do sector”, afirma Pedro Krupenski, Presidente da Plataforma Portuguesa das ONGD.


A nível da União Europeia, o Relatório mostra que:

9 Países da UE já alcançaram os objectivos em matéria de Ajuda Pública ao Desenvolvimento, mas a Alemanha e a França ainda não atingiram a meta que estabeleceram para 2011. Luxemburgo, Suécia, Dinamarca, Holanda, Reino Unido e Malta, Bélgica, Finlândia e Irlanda cumpriram os seus objectivos. A Alemanha e a França não estão a cumprir, contribuindo cada um deles menos de 0.5% do seu PIB para a APD.

Estão generalizar-se os cortes orçamentais nas verbas destinadas à APD. Em 2011 foram cortados 500 milhões de euros nas verbas da União Europeia canalizadas para APD. Por outro lado, em 11 Estados da UE verificaram-se também cortes e em 9 desses países há planos para cortes em maiores em 2012. Espanha e Itália são os países onde provavelmente se registarão os maiores declínios (53% e 38% respectivamente). O total da APD da UE foi em 2011 de 53 mil milhões de euros, estando apenas 0.01% acima do valor que registava em 2005 (0.42%/PIB em 2011 comparado com os 0.41% APD/PIB em 2005).

Os compromissos da Ajuda são alcançáveis, mas os principais doadores estão em incumprimento
Todos os países da UE assumiram o compromisso de canalizar 0.7% do seu RNB para a ajuda ao desenvolvimento.
 “Mesmo em tempos de crise económica, muitos países europeus mostraram que é possível cumprir as suas promessas de ajuda direccionada para os que mais precisam. Infelizmente, outros países europeus estão a cortar na ajuda no momento em que os países em desenvolvimento mais precisam dela. Países como a França ou a Alemanha têm de intensificar os seus esforços e não se podem desviar dos seus compromissos”, diz Ben Jackson, Director Executivo da Bond, a rede de ONG do Reino Unido.

Ajuda Genuína: quanto vai mesmo para os Países Em Desenvolvimento?
 “As pessoas precisam de acreditar que a Ajuda faz a diferença, é transparente e que alcança verdadeiramente os mais pobres dos Países Em Desenvolvimento. Caso contrário, como é que garantimos resultados sustentáveis? Alguns países europeus, como a Suécia e o Luxemburgo, são um exemplo. Mas é uma pena que haja outros governantes europeus cujas decisões afectam a vida dos mais pobres. Mais de 7 mil milhões de euros da ajuda disponibilizada pela UE é contabilizada de forma errada e não chega aos mais pobres”, afirma Caroline Kroeker da World Vision International.

Em 2011, os governos da UE contabilizaram erradamente como ajuda: 2,43 mil milhões de euros como alívio da dívida; 1,82 mil milhões de euros como custos com refugiados; 1,61 mil milhões de euros como custos com estudantes; 0,98 mil milhões de euros como ajuda ligada; 0,51 mil milhões de euros como re-pagamentos de juros sobre empréstimos.


Nota: Informação retirada do Relatório AidWatch 2012, divulgada pela Plataforma Portuguesa das ONGD


08/02/12

Campanha "Salvar Vidas no Corno de África"

Saúde em Português já foi e já viu a situação de crise humanitária que se vive na região do Corno de África, mais propriamente na Etiópia.
Como é habitual, Saúde em Português quer apoiar esta causa, para isso precisa também do contributo de quem possa ajudar quem não tem ajuda.
Não fique indiferente, ajude-nos a ajudar!
NIB: 0035 0255 0023 6859 6302 9 – Caixa Geral de Depósitos.

Conferência de Imprensa - Missão Humanitária - Corno de África - Etiópia

No âmbito da recente Missão Exploratória ao Corno de África, mais propriamente à Etiópia, Saúde em Português apresentou ontem, em conferência de imprensa, os resultados desta missão.
Luís Abreu, Médico Ginecologista e Obstetra da Maternidade Bissaya Barreto em Coimbra, e Rui Gaspar, Gestor, partiram rumo à Etiópia no passado dia 25 de Janeiro e regressaram no passado fim-de-semana. Segundo Luís Abreu esta foi uma missão curta mas bem sucedida uma vez que conseguiram levar a cabo o levantamento das necessidades nos campos de refugiados somalis na Etiópia, bem como reuniões institucionais que permitirão preparar uma missão mais sustentada num futuro próximo, tendo ainda prestado cuidados de saúde.
Rui Gaspar reconheceu esta iniciativa como um acto muito louvável, especialmente tendo em conta as necessidades que constataram no terreno. Afirmou ainda que, apesar das dificuldades e burocracias encontradas, quando pretendemos ajudar não há que medir esforços.




A conferência de imprensa contou ainda com a presença do padrinho desta causa, Sansão Coelho, que felicitou Saúde em Português pelo trabalho feito, e se disponibilizou para estimular acções que possam contribuir para esta missão.
Saúde em Português já está a trabalhar em projectos que visam uma intervenção no terreno, mais propriamente na área de cuidados de saúde primários, nos campos de refugiados da região de Dollo Ado, Sul da Etiópia, que albergam neste momento cerca de 150.000 pessoas.
Apesar das dificuldades, Saúde em Português contou, nesta primeira fase, com o apoio do Delta Cafés, da Palamenta, da Sondagens do Oeste e da sociedade civil que, juntamente com a organização, asseguram os encargos desta missão.
Saúde em Português quer continuar a apoiar na resolução desta crise e, por isso, está já a desenvolver a “Campanha Salvar Vidas no Corno de África”, através de mealheiros espalhados por diversos espaços da cidade de Coimbra, e apela ao contributo de quem possa ajudar quem não tem ajuda, através do NIB: 0035 0255 0023 6859 6302 9 – Caixa Geral de Depósitos.

06/02/12

Missão Etiópia cumprida, Ajuda Humanitária é preciso

Já chegaram a Portugal, provenientes da Etiópia, os voluntários Luís Abreu, médico, e Rui Gaspar, logístico, onde estiveram em missão exploratória e de reconhecimento Saúde em Português no Corno de África, visita ao campo de refugiados em Dollo Ado, e estabelecimento de parcerias. A sua experiência vai ser relatada em Conferência de Imprensa aberta a COIMBRA SOLIDÁRIA, na 3ª feira, dia 7 de Fevereiro, pelas 15h 00m, na sede de Saúde em Português, na Avenida Elísio de Moura, 417, 1º E, em Coimbra. 
Porque ser voluntário é ser solidário.


  


20/01/12

Saúde em Português - Missão Corno de África

Saúde em Português continua empenhada na sua recente Missão Humanitária ao Corno de África.
Como do conhecimento geral, vive-se no Corno de África a pior seca dos últimos 60 anos. A situação continua a agravar-se a cada dia, sendo que já morreram mais de 30.000 crianças devido a situação de fome extrema e de doenças.
Neste âmbito, e dada as experiências anteriores em missões de ajuda humanitária que Saúde em Português já tem desenvolvido ao longo desses 18 anos, vimos por este meio informar que neste momento Saúde em Português já tem uma equipa preparada, para partir para Missão Exploratória e de Reconhecimento ao Corno de África, mais propriamente à Etiópia.


Esta equipa é composta por Luís Abreu, Médico Ginecologista e Obstetra da Maternidade Bissaya Barreto em Coimbra, que coordenará a equipa, e por Rui Gaspar, Gestor, que terá a função logística.
Partirão no próximo dia 25 de Janeiro de 2012, 4ª feira, com o objectivo de proceder à realização de diagnóstico de necessidades e avaliação de potencial intervenção em campos de refugiados somalis da Etiópia.
Nesta missão, esta equipa irá permanecer no terreno até ao dia 4 de Fevereiro e durante estes dias terá reuniões institucionais, visitará o campo de refugiados de Dollo Ado, na Etiópia, fará o levantamento de necessidades na aréa da saúde, prestará cuidados de saúde, estabelecerá contactos com vista a eventuais parcerias e apoios e procurará fontes de financiamento para projectos de Saúde em Português.
Apesar das dificuldades e do escasso apoio institucional, Saúde em Português conta com o apoio da Delta Cafés e da sociedade civil que, juntamente com Saúde em Português, asseguram os encargos da missão.
Assim, apesar da situação económica em Portugal, calamitosa principalmente para quem é sensível à (des)humanidade, apelamos ao contributo de quem possa ajudar a quem não tem ajuda, através do NIB: 0035 0023 6859 6302 9 – Caixa Geral de Depósitos.

12/01/12

Haiti : 2 anos depois

No dia 12 de Janeiro de 2010 aconteceu uma das maiores tragédias humanitárias num dos países mais pobres do hemisfério norte – o Haiti
O Haiti foi devastado com um terramoto que destruiu o país por completo deixando a população nas piores condições de vida.




Perante isto e dada a experiência de Saúde em Português em Missões Humanitárias, abraçámos esta causa. Numa primeira fase, no dia 27 de Janeiro de 2010, Saúde em Português enviou uma equipa, composta por um médico e uma enfermeira, com experiência significativa em situações de catástrofes, afim de prestar ajuda humanitária às vítimas do terramoto do Haiti.
Como forma de angariar fundos para ajudar a minorar o sofrimento do povo haitiano, melhorando a sua saúde e ajudando a reconstruir a vida nova Saúde em Português, iniciou uma campanha pública de sensibilização através da Campanha Humanitária “Salvar Vidas no Haiti”.
No primeiro momento Saúde em Português prestou cuidados de saúde primários de emergência às vítimas do sismo de 12 de Janeiro e, num segundo momento, enviou mais uma equipa e desenvolveu o Projecto Unité Santé Familial - USF, co-financiado pela Organização das Nações Unidas, com objectivo de dar continuidade ao trabalho já desenvolvido.




O Projecto Unité Santé Familial consistiu na criação de uma Unidade de Saúde Familiar, cujo objectivo era melhorar o acesso da população aos cuidados de saúde primários bem como contribuir para o desenvolvimento sustentável dos cuidados de saúde em Port-au-Prince.

Saúde em Português cumpriu mais uma Missão a favor dos mais carenciados, continua solidário com o Povo Haitiano e persiste na luta pela vida de quem mais precisa.

30/08/11

SALVAR VIDAS NO CORNO DE ÁFRICA

Nós queremos fazer mais, pois não podemos ficar parados, sem agir perante a tudo o que se passa no Corno de África.
Sendo o nosso lema salvar vidas, continuamos a preparar a logística da equipa de Saúde em Português que prestará ajuda humanitária no Corno de África.



Sabemos que podemos contribuir para a mudança, é mais uma causa que defendemos e que acreditamos.
Venha também associar-se a esta causa, venha fazer parte dessa mudança, venha se acredita.
Associa-se à nossa campanha de angariação de fundos a favor dos povos do Corno de África.

Pode fazer o seu donativo através do NIB 0035 0255 0023 6859 6302 9 - Caixa Geral de Depósito.

Através da nossa Linha Solidária: 706 45 46 47 (0,60€ + IVA)

Vamos juntos fazer a diferença e salvar vidas!

19/08/11

Dia Mundial da Ajuda Humanitária: 19 de Agosto




Este dia foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em 2008, em memória dos 22 trabalhadores humanitários da ONU que foram assassinados na explosão de uma bomba no gabinete da ONU em Bagdade em Agosto de 2003, entre eles o Representante do Secretário-Geral da ONU, Sérgio Vieira de Mello. Para as comemorações deste ano a ONU escolheu como lema: «Pessoas Ajudando Pessoas».
Assim, este dia tem o intuito de alertar e sensibilizar a população de todo o mundo para a importância da Acção Humanitária, para saudar todos aqueles que dão a sua vida a prestar assistência a milhares de pessoas em situação de catástrofe, relembrando também aqueles que perderam as suas vidas ao tentar salvar a vida de outros.
Saúde em Português felicita, hoje como diariamente, todos|as voluntários|as e colaboradores|as que têm vindo a demonstrar extrema dedicação e empenho ao longo dos anos na Guiné-Bissau, Timor, Moçambique, Sri Lanka, Haiti, levando assistência aos que dela precisam.
Seguindo o lema da campanha da ONU “Pessoas Ajudando Pessoas”, Saúde em Português apela ao espírito solidário de todos|as, ajudando-nos a “Salvar vidas no Corno de África”. Para isso pode fazer o seu donativo através do NIB 0035 0255 0023 6859 6302 9, ou então através da nossa linha solidária, 760 45 46 47 (0,60€ + IVA).







16/08/11

Salvar Vidas no Corno de África | Campanha de Ajuda Humanitária

Saúde em Português está a promover uma campanha de angariação de fundos a favor dos povos do Corno de África.
Temos uma equipa de médico, enfermeira e logística preparada para partir.
Não temos apoios...
Não deixe morrer quem sofre, contribua para a vida!
NIB 0035 0255 0023 6859 6302 9 - Caixa Geral de Depósitos
Linha Solidária 706 45 46 47 (0,60€ + IVA)

17/07/11

15º Aniversário da criação da CPLP


Há 15 anos atrás, a 17 de Julho de 1996, realizou-se, em Lisboa, a Cimeira de Chefes de Estado e de Governo que marcou a criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, entidade reunindo Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe. Seis anos mais tarde, com a conquista de sua independência,  Timor-Leste tornou-se o oitavo país membro da Comunidade.

A institucionalização da CPLP traduziu um propósito comum: projectar e consolidar, no plano externo, os especiais laços de amizade entre os países de língua portuguesa, dando a essas nações maior capacidade para defender seus valores e interesses, calcados sobretudo na defesa da democracia, na promoção do desenvolvimento e na criação de um ambiente internacional mais equilibrado e pacífico.  

CPLP assume-se como um novo projecto político cujo fundamento é a Língua Portuguesa, vínculo histórico e património comum dos Oito – que constituem um espaço geograficamente descontínuo, mas identificado pelo idioma comum. Esse factor de unidade tem fundamentado, no plano mundial, uma actuação conjunta cada vez mais significativa e influente. A CPLP tem como objectivos gerais a concertação política e a cooperação nos domínios social, cultural e económico. Para a prossecução desses objectivos a Comunidade tem promovido a coordenação sistemática das actividades das instituições públicas e entidades privadas empenhadas no incremento da cooperação entre os seus Estados-membros.

Em 2006, na Cimeira de Chefes de Estado e de Governo realizada em Bissau, Saúde em Português viu aprovado o estatuto de Membro Observador Consultivo, reconhecendo-se, assim o trabalho desenvolvido ao longo dos anos nos países lusófonos. 

Desde então tem estado presente em eventos culturais, cimeiras, reuniões, entre outros, colaborando construção e sedimentação de tão importante projecto! 

12/07/11

São Tomé e Príncipe comemora hoje 36 anos de independência


São Tomé e Príncipe é um país insular localizado no Golfo da Guiné, composto por 2 ilhas principais denominadas de ilha São Tomé e ilha do Príncipe e também por algumas ilhotas, num total de 964 km2, com cerca de 160 mil habitantes.
Foi descoberto por volta de 1470 por navegadores portugueses, permanecendo durante muitos anos como uma das Colónias Portuguesas, mas em 1960 um grupo de Nacionalista passou a opor-se ao domínio colonial português, para reivindicar a independência do arquipélago.
Depois de alguns anos de luta armada, em 1972, este grupo de Nacionalista deu origem ao Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe, até à data da proclamação da Independência a 12 de Julho de 1975.
Saúde em Português saúda a toda a Comunidade Santomense por mais um aniversário e recorda a todos|as aqueles|as que de uma forma ou de outra deram o seu contributo para esta causa tão nobre e sublime que é a Independência de um país irmão.

06/07/11

Acordo 0rtográfico fortalece relações entre países lusófonos

Chefe do Instituto Internacional de Língua Portuguesa afirma que duas grafias do mesmo idioma impediram, por vários anos, o avanço da difusão do português no mundo.
O novo director-executivo do Instituto Internacional de Língua Portuguesa, IiLP, o professor Gilvan Mueller de Oliveira, disse que o avanço do idioma foi impedido pela presença de duas grafias, uma brasileira e outra portuguesa, por anos e anos.
Em entrevista à Rádio ONU, de Florianópolis, Gilvan Mueller afirma que a implementação do acordo ortográfico, em todos os países lusófonos, ajudará a fortalecer os laços de cooperação das nações que falam o português das Américas à Ásia.
“Só temos a ganhar se nós conseguirmos superar esta ideia antiga da língua portuguesa em dois países ou em duas frentes: Portugal e Brasil, e pudermos integrar outros países fortemente. Fiquei sabendo, por exemplo, que as Ilhas Maurícias, que tentam se aproximar da CPLP(Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) também, mandaram 20 estudantes para o curso de Letras da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, para terem quadros formados em português para iniciarem o ensino desta língua naquele contexto. Isso mostra como cada país pode ter um papel fundamental na sua respectiva região”, afirmou.
Considerado um dos maiores especialistas em política da língua no Brasil, Gilvan Mueller de Oliveira assumiu a chefia do IiLp em outubro de 2010. O cargo tem ocupação rotativa entre os oito países da CPLP.
Com sede na Cidade da Praia, em Cabo Verde, o IiLP é o braço linguístico dos países lusófonos e tem como objectivo coordenar com todos eles a promoção do idioma no mundo.
Em agosto, o chefe do IiLP deve participar de um fórum na Sibéria que irá debater as preparações para a próxima Conferência sobre Multilinguismo da Unesco, informa a Rádio ONU.

Fonte:"África 21 digital"

05/07/11

Cabo Verde comemora-se hoje o 36º Aniversário de Independência


Cabo Verde é um arquipélago composto por dez ilhas de origem vulcânicas, localizado ao largo da costa da África Ocidental. Foi um país descoberto por navegadores portugueses em 1460, tornando-se assim colónia de Portugal até 5 de Julho 1975, altura da sua independência.
SAÚDE em PORTUGUÊS felicita todosas os caboverdeanosas por mais um aniversário da independência e recorda todosas aquelesas que de uma forma ou de outra deram o seu contributo para esta causa tão nobre e sublime que é a independência de um país irmão.
Saúde em Português tem desenvolvido parte do seu trabalho neste país e apostado na divulgação da cultura caboverdeana em Portugal. A título de exemplo podemos lembrar que, em 2008, Saúde em Português organizou, em Coimbra, comemorações do 33º Aniversário da Independência de Cabo Verde, através de um vasto programa multicultural, abrangendo várias áreas de intervenção (artes, economia, saúde, desporto e lazer), e teve o prazer de receber o Primeiro-Ministro do País, José Maria Neves, que participou no lançamento de Destino de Bai.

20/06/11

Dia Mundial do Refugiado



Comemora-se hoje o Dia Mundial do Refugiado.
Cada vez mais, encontramos pessoas de todo o mundo que são obrigados a abandonar o seu país por diversas razões. São pessoas de várias raças, religiões, nacionalidades, gente oriunda de países onde muitas vezes a violência faz parte do dia-a-dia e onde a liberdade de expressão ainda é algo por alcançar. São Seres Humanos perseguidos e discriminados, que são forçados a abandonar o seu país de origem, muitas vezes deixando para trás a família, bens, casa, com um destino incerto, que vão à procura de um refúgio em terras anónimas.
Em 1951, através de uma convenção, foi criado o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiado (ACNUR), que define um refugiado como toda a pessoa que “devido a fundados temores de ser perseguida por motivos de raça, religião, nacionalidade, por pertencer a determinado grupo social e pelas suas opiniões políticas, se encontre fora do país de sua nacionalidade e não possa ou, por causa dos ditos temores, não queira recorrer a proteção de tal país; ou que, carecendo de nacionalidade e estando, em consequência de tais acontecimentos, fora do país onde tiver a sua residência habitual, não possa ou, por causa dos ditos temores, não queira a ele regressar.”
Segundo os dados do ACNUR, o número de refugiados tem aumentado por causa dos conflitos políticos, das guerras, em que o Homem é o principal causador.
Saúde em Português vive em prol das causas humanas, por isso continua a agir para que haja saúde para todos, lutando para a promoção dos direitos humanos, justiça social e desenvolvimentos dos povos, promovendo a paz e lutando contra os diversos factores que estão na origem deste fenómeno dos refugiados

11/06/11

Moçambique: Trabalho infantil afeta um milhão de crianças

Um milhão de crianças moçambicanas, entre os sete e os 17 anos, estão envolvidas em trabalho infantil, alertou hoje a UNICEF em Maputo, que considerou a situação "grave e alarmante".

"Essas crianças estão trabalhando na agricultura, pecuária, caça e pesca e 15 por cento já contraíram ferimento ou lesão no seu local de trabalho, principalmente na agricultura", refere o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

A posição foi tomada na véspera do Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, que se assinala no domingo, 12 de junho, e baseia-se num relatório sobre o trabalho infantil em Moçambique, de 2010.


Fonte "Expresso" 11-06-11