Confira a Fonte aqui:
Saúde em Português
03/05/12
Mensagem conjunta da ONU e da UNESCO do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 3 de maio de 2012
Confira a Fonte aqui:
02/05/12
Desenvolvimento: Apoio aos Países em Desenvolvimento caiu devido à recessão global
Mais informação AQUI.
20/04/12
Timor-Leste lidera a Agenda de Construção da Paz e de Construção do Estado
Guiné-Bissau | Ramos-Horta apela à libertação de políticos detidos
Jornal DN Globo, Lusa
Escritor Baltazar Lopes da Silva lembrado em Lisboa pelo 105º aniversário de nascimento
16/04/12
Ramos-Horta aceita convite para mediar conflito na Guiné-Bissau
No Diário de Notícias: 'O Comando Militar na Guiné-Bissau telefonou ao presidente de Timor-Leste a pedir-lhe para mediar a crise no país, informou em Díli aos jornalistas José Ramos-Horta, que disse ter aceitado sob condições o convite.
foto arquivo global imagens
11/04/12
11 de Abril - Dia Mundial do Parkinson
Mais detalhes aqui:
http://www.specifica.com.br/dicas/11-de-abril-dia-mundial-do-parkinson/
OMS: Demência afeta 35,6 milhões em todo o mundo e vai triplicar em 2050
Mais de 35 milhões de pessoas são afetadas por demência em todo o mundo, número que pode duplicar em 2030 e mais do que triplicar em 2050, mas há falta de informação sobre o problema, alertou hoje a Organização Mundial de Saúde.Esta doença atinge toda a população, porém, mais de metade (58%) das pessoas com demência vive em países com baixo ou médio rendimento e em 2050 esta percentagem deverá subir aos 70%.
Os custos de tratar e cuidar dos dementes estão estimados em 604 mil milhões de dólares (cerca de 460 mil milhões de euros) por ano, montante que inclui cuidados de saúde e sociais e o apoio aos cuidadores.
No entanto, somente oito países estão a desenvolver programas dedicados à demência, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Atualmente, são 35,6 milhões os dementes em todo o mundo, estimando-se que subam aos 65,7 milhões em 2030 e atinjam 115,4 milhões em 2050.
Um relatório publicado pela OMS e pela entidade internacional do Alzheimer denominado "Demência: uma prioridade de saúde pública" recomenda o diagnóstico preventivo tal como a sensibilização pública para a doença e a melhoria dos cuidados e do apoio aos cuidadores.
A OMS realça a falta de diagnóstico como o problema mais relevante mesmo para os países desenvolvidos nos quais somente entre um quinto e metade dos casos de demência estão reconhecidos e controlados.
E quando é feito o diagnóstico, muitas vezes é numa fase avançada da doença.
O relatório aponta ainda a falta de informação e de compreensão da demência, o que cria um estigma na sociedade e leva ao isolamento tanto dos doentes como de quem cuida deles.
"O cuidado público face à demência, os seus sintomas, a importância de ter um diagnóstico e a ajuda disponível para os doentes são muito limitados", uma situação que é necessário alterar, defende o diretor executivo da entidade internacional da doença de Alzheimer, Marc Wortmann, citado num comunicado da OMS.
A demência é normalmente uma doença crónica causada por várias patologias do cérebro que afetam a memória, o pensamento, o comportamento e a capacidade para desempenhar as atividades quotidianas.
A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência e as estimativas apontam para que seja responsável por cerca de 70% dos casos.
Fonte: Diário Digital / Lusa
Indonésia: Terramoto de 8,9 graus com alerta de tsunami

Fonte: Diário Digital
12/03/12
Mundo atinge objectivo do milénio
O mundo atingiu o Objectivo do Milénio de reduzir para metade o número de pessoas sem aceso a água potável e fê-lo cinco anos antes do previsto, anunciaram a Organização Mundial de Saúde e a UNICEF.
Na última década, segundo o relatório da ONU e da sua agência para a defesa dos direitos das crianças, mais de dois mil milhões de pessoas passaram a ter acesso a água potável por meio de canalizações ou poços protegidos.
Mas apenas se esperava conseguir os 89 por cento da população mundial em 2015 (6,1 mil milhões de pessoas). O Programa de Monitoramento Conjunto para o Abastecimento de Água e Saneamento, agora divulgado, analisa o período de 1990 a 2010, concluindo que o objectivo foi atingido há dois anos.
Para o secretário-geral da ONU, o mundo alcançou uma meta importante no que diz respeito à água potável, mas, diz Ban Ki-moon, é necessário continuar a avançar para alargar o seu aceso aos mais pobres e desfavorecidos do mundo.
Com efeito, ainda há mais 2,5 mil milhões de habitantes do planeta a viver em situações precárias de saneamento, 1,1 mil milhões das quais não têm casa de banho e vivem, na sua maioria, em zonas rurais.
Segundo o documento, 17% da população rural da América Latina e Caraibas continua a não ter quaisquer condições sanitárias, inclusive em economias de rápido crescimento económico como a do Brasil.
Onze por cento da população (783 milhões de pessoas) continua sem acesso a água potável, mas a ONU espera que até 2015 essa percentagem diminua, dando água a 92% da população da planeta .
Fonte: Jornal "A Semana"
África Ocidental à beira da catástrofe
Fonte: Jornal "A Semana"
17/02/12
Brasil doou mais de duas toneladas de arroz e feijão a Moçambique
O Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas em Moçambique, PMA, agradeceu a doação de 2.236 toneladas de arroz e feijão do Brasil e US$ 1,3 milhão de Espanha para despesas de transporte da ajuda alimentar.
De acordo com o PMA, o arroz e o feijão vão ajudar a melhorar a segurança alimentar de cerca de 64,3 mil famílias moçambicanas em situação vulnerável, a residirem nas zonas do país afectadas pelas inundações e secas.
“Esta doação do governo do Brasil reflete o sentimento de solidariedade e fraternidade dos brasileiros para com o povo moçambicano”, afirmou o Ministro Nei Bitencourt, encarregado de Negócios do Brasil em Maputo.
Restabelecer Estoques
A doação permite ao PMA reabastecer os estoques de alimentos no país. A agência utiliza esses alimentos nas operações de alívio e de recuperação, quando estão na fase inicial.
Neste momento, a agência da ONU planeia distribuir alimentos para mais de 83 mil pessoas nas províncias da Zambézia e Maputo. Essas pessoas foram vítimas da tempestade tropical Dando e do ciclone Funso, que atingiram Moçambique em Janeiro.
O PMA adverte, no entanto, que o número total de vítimas pode aumentar assim que as avaliações de outras necessidades em outras províncias forem concluídas.
A maior parte da doação será distribuída sob a modalidade de comida pelo trabalho, que se centra na participação dos beneficiários na criação de bens comunitários em troca de alimentos nutritivos.
Fonte: "Notícias Lusófonas"
06/02/12
CPLP inaugura hoje nova sede em Lisboa
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) inaugura hoje, em Lisboa, a sua nova sede, que passa a funcionar no Palácio Conde de Penafiel, situado numa encosta do Castelo de São Jorge.O acto, que se insere na semana comemorativa dos 15 anos da instituição – criada a 17 de Julho de 1996 – incluirá uma sessão solene, em que usarão da palavra o chefe de Estado português, Aníbal Cavaco Silva, o secretário executivo da CPLP, Domingos Simões Pereira, e o vice-presidente de Angola, Fernando da Piedade Dias dos Santos (Nandó), país que detém a presidência da comunidade.Durante a cerimónia, a que também assistem o primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, e os antigos presidentes Pedro Pires e António Mascarenhas Monteiro (de Cabo Verde), Joaquim Chissano (Moçambique) e Jorge Sampaio (Portugal), será cortada a fita inaugural e descerrada uma placa de inauguração.
Para a parte da tarde está prevista, já na nova sede, um conselho de ministros extraordinário com os chefes da diplomacia dos «Oito» que, segundo fonte da organização, tem como temas a debater a segurança alimentar, cooperação económica, situação na Guiné-Bissau e a questão da adesão da Guiné Equatorial à CPLP.
Na terça-feira e ainda no âmbito desta semana comemorativa, decorre num hotel da capital um colóquio subordinado ao tema «CPLP - Uma Oportunidade Histórica» que será aberto por Simões Pereira e encerrado por Fernando Dias dos Santos.
No debate, moderado por Jaime Gama, ex-presidente da Assembleia da República portuguesa, participam os ex-chefes de Estado Joaquim Chissano, Jorge Sampaio, Mário Soares e Pedro Pires.
A semana encerra com um jantar de gala no Casino do Estoril, com animação musical de artistas da CPLP e a entrega de prémios e placas comemorativas dos 15 anos da Instituição.
À margem da semana comemorativa, decorre na terça e quarta-feira, na nova sede da CPLP, a XXIV reunião ordinária de pontos focais de cooperação.
Fonte: Diário Digital / Lusa
02/02/12
ONU: Haiti vive uma situação de crise humanitária
Para o gabinete para a Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas, a precariedade é vivida com mais de 500.000 pessoas a permanecerem em acampamentos improvisados nas ruas, a epidemia de cólera que provocou 7.000 mortes e a insegurança alimentar que afeta 45 por cento da população de dez milhões de habitantes.
O mesmo gabinete das Nações Unidas considerou estar comprovada a deterioração da qualidade da água que recebem as pessoas acampadas coincidindo este efeito com o fim da distribuição gratuita de água nesses locais através de camiões cisterna.
Fonte: Diário Digital / Lusa
31/01/12
Brasil/Cuba: Direitos Humanos não podem ser usados como arma de política ideológica - Dilma Rousseff
09/01/12
Coimbra: Saúde em Português promove iniciativa de sensibilização sobre tráfico de seres humanos.
Um projeto de sensibilização sobre tráfico de seres humanos está a ser desenvolvido no distrito de Coimbra pela organização Saúde em Português, tendo como alvo prioritário os profissionais de saúde e estudantes, informou hoje uma responsável pela iniciativa.“(O projeto) tem a particularidade de, para além de ter algumas ações dirigidas para a população em geral, ter ações muito específicas, sobretudo ações de sensibilização para os profissionais de saúde e para os estudantes (…), que no fundo são públicos alvo estratégicos que estão referidos no segundo plano nacional de combate ao tráfico de seres humanos”, disse à Lusa Ana Figueiredo, uma das técnicas responsáveis pela iniciativa.
A responsável também apontou as forças de segurança e agentes da proteção civil como um público de interesse no projeto, intitulado “Mercadoria Humana 2”.
Segundo Ana Figueiredo, esses profissionais da área de segurança, mais os do setor da saúde, deverão ter acesso a um material de informação mais específico, como guias de apoio para lidar com casos de tráfico de seres humanos.
A técnica responsável declarou que o sucesso do projeto “Mercadoria Humana 1” – que promoveu campanhas de sensibilização sobre o tráfico de pessoas na cidade de Coimbra e teve a duração de 19 meses, entre 2010 e 2011 – mostrou a importância de dar continuidade à iniciativa e de alargá-la a todo o distrito de Coimbra.
“Nós, neste momento, estamos ainda na fase de arranque do segundo projeto, a fazer os primeiros contactos, a fazer calendarização das atividades, a delinear a nossa intervenção e só a partir de fevereiro ou março vamos entrar no terreno”, disse a técnica da ONG Saúde em Português – Associação de Profissionais de Cuidados de Saúde dos Países de Língua Portuguesa.
“Uma das atividades programadas no projeto é a realização de um congresso internacional sobre o tráfico de seres humanos”, disse Ana Figueiredo, acrescentando que deverá ocorrer em outubro deste ano, contando com a presença de “especialistas nacionais e internacionais” do tema.
A iniciativa pretende ainda apostar em parcerias informais com estabelecimentos de ensino, saúde e organismos governamentais enquanto mediadores e facilitadores do acesso a públicos alvo estratégicos.
O projeto também quer criar espaços de divulgação de conhecimentos técnicos e científicos, publicação de atas e elaboração de guias práticos.
A iniciativa também vai organizar um seminário final, no qual serão apresentados os resultado do projeto.
O “Mercadoria Humana 2” teve início de novembro de 2011 e tem duração de 21 meses, sendo financiado pelo Programa do Potencial Humano, através da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.
04/01/12
Prostitutas recebem cuidados de saúde no local de trabalho

No Jornal de Notícias ["Saúde na Esquina" contempla, entre outras medidas, a deslocação de uma equipa multidisciplinar de profissionais de saúde até ao local de trabalho daquelas mulheres, numa carrinha equipada para receber consultas, explicou, ao JN, Esther de Léon, a médica coordenadora do projecto.
Actualmente, os giros realizam-se, três vezes por mês. De noite, no centro de Coimbra. À tarde, no IC3, até Penela, no IC2, entre Pombal e Mealhada, e numa estrada secundária que leva ao Luso. Aí se realizam, por exemplo, citologias e análises ao sangue. Sempre com o intuito de criar uma ligação com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), para que estas mulheres "possam usufruir dos cuidados de saúde sem intermediários", frisou Esther de Léon.
O projecto contempla também a criação duma consulta dirigida àquela população, no centro de saúde de São Martinho do Bispo, em Coimbra, a cargo dos três médicos que integram os giros (juntamente com uma enfermeira, uma assistente social e uma psicóloga).
Há diferenças entre as mulheres que trabalham no centro da cidade e as que operam na periferia, em função da sua origem. "As portuguesas, muitas vezes, têm uma vida dita normal, têm família. As imigrantes, muitas vezes, não estão legais ou não têm consigo os documentos necessários", explicou Esther de Léon. "Questões legais, burocráticas, vergonha" contribuem para afastá-las do SNS, acrescentou].
A notícia pode ser consultada aqui :
02/01/12
Uma Casa de Cabo Verde em Coimbra

Com o interesse demonstrado pelo Cônsul de Cabo Verde na cidade ( Agostinho Almeida Santos), e pelos responsáveis autárquicos, Eduardo Vicente acha que existem condições para a fundação de uma Casa de Cabo Verde numa cidade com um longo historial de formação de estudantes das ilhas. Um local onde todas as gerações poderão desenvolver actividades recreativas.
Eduardo Vicente considera que o projecto vem responder ao apelo de todos aqueles que querem contribuir para levar este sonho adiante, Mais, vai estreitar ainda mais os laços históricos entre os dois países.
Fonte: "Jornal A Semana"
27/12/11
Moçambique vai começar a produzir genéricos contra VIH
Depois do lançamento dos primeiros anti-retrovirais combinados contra o VIH, em 1996, o acesso à medicação nunca deixou de ser desigual: as grandes farmacêuticas continuaram a investir em novas fórmulas, chegando aos tratamentos de segunda e terceira linha usados nos países desenvolvidos, que os podem pagar. Os países emergentes apostaram no desenvolvimento de genéricos dos primeiros fármacos, até cinco vezes mais baratos, mas não podem copiar os mais avançados. Os países pobres assentaram os seus programas de combate à sida em doações internacionais, dependentes da quantidade, da qualidade e do preço dos medicamentos disponíveis, quase sempre genéricos de primeira linha.A partir de 2012, Moçambique representará uma nova fase na luta contra a epidemia na África subsariana. Uma parceria com o Brasil pretende aumentar o acesso à medicação e ao mesmo tempo diminuir a dependência. Maputo vai ter a primeira fábrica da região (excluindo a África do Sul) certificada pela Organização Mundial de Saúde para a produção de anti-retrovirais, entre outros medicamentos.
Lícia de Oliveira, chefe de gabinete da Fiocruz/Farmanguinhos (o laboratório farmacêutico oficial do Ministério da Saúde brasileiro) e coordenadora da parceria, explicou ao i que este é o primeiro projecto brasileiro de “cooperação estruturante”. Nos próximos quatro anos, o Brasil vai investir 16 milhões de euros nesta fábrica em Maputo e formar cem técnicos, garantindo acesso a conhecimentos que até agora não existiam no país. “O maior ganho será na transferência de conhecimento tecnológico. Cada vez há mais autores que defendem que os países não se dividem pelas condições económicas mas pelo acesso à tecnologia. Temos países que produzem as melhores tecnologias, outros – como o Brasil – que conseguem o acesso a essa tecnologia e estão a transformá-la e países que são apenas consumidores. Queremos elevar Moçambique a país capaz de transformar tecnologia.”
O acordo para a criação da fábrica, com as obras quase concluídas, inclui a cedência das receitas de cinco anti-retrovirais genéricos de primeira linha produzidos no laboratório estatal brasileiro, como a combinação Lamivudina + Zidovudina + Nevirapina, para adultos e crianças. Porém, a responsável adianta que, quando esta fábrica for reconhecida pela OMS, o país poderá pedir à indústria licenças voluntárias para medicamentos mais avançados, um mecanismo disponível nos países em desenvolvimento, mediante situações de emergência pública. Permite, por exemplo, que a empresa de genéricos sul-africana Aspen tenha conseguido autorização para usar fórmulas da GlaxoSmithKline e da Merck.
Nos primeiros seis meses, os lotes produzidos servirão, todos eles, apenas para testes de bioequivalência. A perspectiva é começar por abastecer o mercado nacional – só metade dos seropositivos candidatos a tratamento no país têm acesso a medicação –, mas poderá haver exportação. Está prevista uma produção anual de 226 milhões de comprimidos anti- -retrovirais e 145 milhões de unidades de outros medicamentos, como ácido fólico.
14/12/11
Cabo Verde é exemplo no combate à malária
"Os resultados mostrados nesse relatório foram os melhores em décadas. Depois de tantos anos de deterioração e estagnação na situação da malária, países e seus parceiros de desenvolvimento estão agora na ofensiva", disse a directora-geral da OMS, Margaret Chan.
No ano passado, Cabo Verde entrou na fase de pré-eliminação da malária, a registar 47 casos prováveis e confirmados e uma morte. O país foi um dos oito da região a reduzir acima de 50% os índices da doença. Em 2000, os números chegaram a 144.
Ao todo, o número de morte por malária caiu para 655 mil em 2010, 36 mil a menos do que em 2009. "Embora isso represente um progresso significativo, os números de mortalidade ainda são muito altos para uma doença que é totalmente evitável e tratável", destaca o relatório.
A doença é endémica em mais de 100 países. Os piores índices são da Nigéria, com 197 mil mortes registadas, do Quénia, com 26 mil, e da República Democrática do Congo, com 23 mil.
Fonte: A Semana


